Serviço

Micropigmentação Labial em Ribeirão Preto

Resposta direta

A micropigmentação labial adiciona cor e contorno aos lábios, com um resultado planejado para respeitar o tom natural da sua pele e valorizar o formato que você já tem.

Como é feita a avaliação

Analisamos o tom natural dos seus lábios e da pele ao redor para escolher uma cor que se harmonize, evitando um resultado artificial ou destoante.

O que esperar do resultado

O objetivo é lábios com mais cor e contorno definido, mas que ainda pareçam seus, sem a aparência de maquiagem aplicada.

Como é a cicatrização da micropigmentação labial?

Costuma passar por fases bem distintas. Nas primeiras horas, os lábios ficam inchados, sensíveis e com a cor muito mais viva do que a combinada. Depois a superfície se solta em casquinhas finas, que levam parte do pigmento que estava ali, e a boca fica com aspecto desigual.

Quando a descamação termina, é comum a cor parecer ter sumido. Conforme a pele se organiza, o tom volta a aparecer, mais suave e mais integrado à cor natural dos lábios. O ritmo varia de pessoa para pessoa, e o passo a passo está no texto sobre a cicatrização da micropigmentação labial.

O que não pode fazer depois da micropigmentação labial?

Os cuidados giram em torno de quatro pontos: sol direto sobre a região, calor e vapor, atrito e o hábito de mexer na casquinha. Bebidas e comidas muito quentes, alimentos muito condimentados, ácidos ou salgados, sauna, piscina, mar e atividades com muito suor costumam ficar de fora na fase inicial.

Batom e maquiagem sobre a área, esfregar a boca com guardanapo e usar canudo com força também costumam ser desaconselhados enquanto a pele se refaz. Nenhum produto entra nos lábios por conta própria. Veja a lista comentada em o que não pode depois da micropigmentação labial.

Quem tem herpes labial pode fazer micropigmentação labial?

Não existe uma resposta única. O vírus do herpes simples permanece no organismo depois do primeiro contato e pode voltar a se manifestar diante de fatores como sol, febre, estresse e lesão na região, e o procedimento trabalha justamente essa área.

Por isso quem tem histórico precisa conversar com o médico antes e informar a profissional: se já teve episódios, com que frequência e quando foi o último. Se aparecer formigamento, bolha ou ferida perto da data marcada, avise a profissional, remarque e procure avaliação médica. O tema está explicado em micropigmentação labial e herpes.

Quando dá para avaliar a cor e pensar em retoque?

Só depois que a pele termina todo o processo, porque é aí que aparece a cor que realmente ficou. Julgar no meio do caminho leva a conclusões precipitadas.

A quantidade de pigmento que permanece depende do tipo e da cor do pigmento, da profundidade da aplicação, do fototipo da pele e do histórico de procedimentos na região. O retoque existe para ajustar pontos que clarearam mais ou contornos que pedem reforço, e o que ele alcança é definido olhando o resultado cicatrizado, na avaliação em Ribeirão Preto.

Quais sinais pedem avaliação médica?

Inchaço nas primeiras horas, ressecamento, descamação fina e cor desigual durante o processo costumam fazer parte do caminho. Aumento da vermelhidão, da dor, do inchaço ou do sangramento, secreção que muda de cor ou de odor, febre e o surgimento de bolhas ou feridas na região não fazem.

Diante de qualquer um desses sinais, procure avaliação médica e avise a profissional que fez o procedimento, sem tentar resolver sozinha.

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Perguntas frequentes

A micropigmentação labial dói? +

É uma região sensível, e o nível de desconforto varia de pessoa para pessoa. Isso é conversado antes do procedimento.

A cor pode mudar com o tempo? +

Pigmentos podem sofrer alguma alteração natural de tom ao longo do tempo, o que é normal. Os cuidados para prolongar o resultado são passados após a sessão.

Fontes consultadas +
  • O HSV-1 se espalha principalmente por contato oral e causa infecção na boca ou ao redor dela; o vírus vive dentro de células nervosas e alterna entre inativo e ativo; gatilhos de recorrência listados: doença ou febre, exposição solar, período menstrual, lesão (injury), estresse emocional e procedimento cirúrgico; sintomas começam com formigamento, coceira ou ardência, seguidos de bolhas ou feridas que rompem e formam crosta: www.who.int/news-room/fact-sheets/detail/herpes-simplex-virus
  • Herpes simples é causado pelos herpesvírus tipo 1 e tipo 2; as recorrências podem ocorrer em episódios febris, no período perimenstrual e após exposição solar inadequada e sem proteção; surgem vesículas nos lábios e na boca que formam ulcerações cobertas de crostas; em pessoas com imunidade normal as infecções duram de sete a 14 dias; procurar o médico aos primeiros sintomas é essencial: www.sbd.org.br/doencas/herpes/
  • O herpes labial é causado por um vírus muito contagioso chamado herpes simples, e o tipo 1 em geral causa o herpes oral ou labial: medlineplus.gov/spanish/coldsores.html
  • Recomendações de fotoproteção da Sociedade Brasileira de Dermatologia: evitar o sol entre 10 e 16 horas e usar proteção com FPS 30 ou superior no dia a dia: www.sbd.org.br/cuidados/cuidados-com-a-pele-no-verao/
  • Crosta de área em cicatrização não deve ser cutucada nem coçada, porque interfere no processo e aumenta o risco de cicatriz; o tecido novo cresce diferente do original: medlineplus.gov/spanish/ency/patientinstructions/000741.htm
  • Sinais que motivam procurar um profissional de saúde em área em cicatrização: aumento de vermelhidão, dor, inchaço ou sangramento, secreção que aumenta ou muda de cor e odor, e febre acima de 38 graus: medlineplus.gov/spanish/ency/patientinstructions/000040.htm
  • A Sociedade Brasileira de Dermatologia descreve seis fototipos de pele na escala de Fitzpatrick e afirma que todos os tipos precisam de proteção solar: www.sbd.org.br/cuidados/classificacao-dos-fototipos-de-pele/
  • Orientação dermatológica de limpeza diária da pele e acompanhamento com dermatologista para indicação de produtos adequados a cada tipo de pele: www.sbd.org.br/cuidados/cuidados-diarios-com-a-pele/